sexta-feira, 10 de junho de 2011
A solidão que me consome
Do que vale ter tanto amor e carinho para dar, sem alguém para receber. Falo de amor, respiro a paixão, mas não tenho ninguém para me abraçar, alguém com quem conversar, uma pessoa que pudesse me cobra a presença, chorar minha ausência.
Digo que não quero, mas quando que fui sensato ao falar de não querer amor? São nas horas mais complicadas que vem a tona a solidão, quando durmo, não tenho com quem sonhar, quando acordo, me falta ainda um motivo para que eu me levante e encare o mundo com um sorriso no rosto, nos finais de semana, me falta alguém para levar a um restaurante, no frio, alguém com quem tomar chocolate quente, abraçados debaixo dum cobertor assistindo a um bom filme.
Aos poucos, aprendo que, pior do que eu não sentir a ausência de alguém, é não ter quem sinta a minha falta.
10/06/11
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